terça-feira, 21 de agosto de 2018

O que é AngularJS


Você sabe o que AngularJS
O que é AngularJS

AngularJS é um framework para o desenvolvimento de aplicações web, utilizando a o JavaScript. Seu objetivo é aumentar aplicativos que podem ser acessados por um navegador web, sob o padrão model–view–controller (MVC), em um esforço para facilitar tanto o desenvolvimento quanto o teste dos aplicativos.
História do AngularJS
Foi criado por Misko Hevery e Adams Abrons em 2009. Inicialmente, o projeto tinha como objetivo facilitar a criação de aplicações web. Alguns anos depois Misko foi trabalhar no Google, no projeto do Google Feedback, e ele encontrou um cenário um pouco complicado: o projeto já contava com 17.000 linhas de código.
Depois de alguns meses de trabalho ele decidiu fazer uma aposta com seu gerente.
Ele apostou que reescreveria o código do projeto em 2 semanas, contanto que pudesse utilizar o framework que tinha desenvolvido. Eles terminaram de reescrever o código em 3 semanas, mas reduziu o projeto para 1.500 linhas!
Com isso, aos poucos o Google foi adotando o framework para outro projetos internos. No ano passado (2014), foi divulgado que mais de 110 projetos do Google utilizam o AngularJS.
Vantagens
É Open Source;
Mantido pelo Google;
Arquitetura da aplicação em camadas bem definidas;
Permite a criação modular e de componentes reutilizáveis;
Já possui a infraestrutura para integração com back-end;
Facilita a etapa de testes de forma automatizada;

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A Evolução da Linguagem de Programação C#


Você sabe o que C#?



A evolução da linguagem de programação C#

Veja nesse artigo a história de como surgiu a linguagem de programação C# e quais as padronizações na qual foi submetida. Serão abordadas características específicas da linguagem, bem como um comparativo com outras linguagens, como C, C++ e Java
O desenvolvimento do C# (pronuncia-se: C Sharp), de acordo com o website Wikipédia (2013), teve início no final do século XX (1999). A convite da Microsoft, Anders Hejlsberg formou uma equipe de programadores para desenvolver uma nova linguagem de programação. A primeira linguagem criada pela equipe de Hejlsberg recebe o nome de Cool. Mais tarde, na virada de século, a linguagem Cool foi rebatizada para C#.
Após o renome da linguagem, a Microsoft submeteu-a à ECMA (European Computer Manufacturers Association), associação cujo objetivo é a padronização de sistemas de informação. Em 2001, a ECMA aprovou o C# e a linguagem recebeu a especificação ECMA-334. Mais tarde, em 2003, tornou-se padrão também da ISO, recebendo a especificação de ISO/IEC 23270.
O C# surgiu com a finalidade de possibilitar a criação de soluções executáveis sobre a plataforma .NET Framework, com o intuito de flexibilizar o desenvolvimento de aplicativos. Dessa maneira, o desenvolvedor não cria soluções para um dispositivo eletrônico específico, e sim para a plataforma .NET Framework.
Para a codificação de sistemas baseados em .NET Framework, a Microsoft lançou o Visual Studio. Esta ferramenta é uma IDE (Integrated Development Environment) que conta com um editor de código, compilador, com modelos de projetos de exemplos, designers e assistente de códigos.
MSDN (2012), diz que os algoritmos escritos em C# são executados no .NET Framework, um componente para Windows que inclui um sistema de execução virtual da aplicação por meio do Common Language Runtime (CLR) e um conjunto de bibliotecas de classes, além de contar com uma solução comercial da Microsoft, que faz parte da infraestrutura de linguagem comum (CLI). O CLI é tido como um padrão internacional para a criação e execução de ambientes de desenvolvimento onde as linguagens e as bibliotecas trabalham em sincronia.
Ainda de acordo com MSDN (2012), a compilação em C# é processada em uma Intermediate Language (IL) que está em conformidade com a especificação CLI. O código IL e seus recursos, tais como bitmaps e strings, são armazenados no disco rígido em um arquivo executável chamado de Assembly. No momento da execução de um programa em C#, o Assembly é carregado para o CLR. Uma vez aprovado os requisitos de segurança, o CLR executa a compilação Just in Time (JIT) para converter o código IL em linguagem de baixo nível.
A linguagem C# e suas características
A criação do C# foi baseado nas linguagens de programação C, C++ e Java. Deste modo, programadores habituados com uma dessas linguagens são capazes de desenvolver soluções sem maiores dificuldades, pois ela reúne recursos de cada uma destas linguagens base e adiciona novos recursos exclusivos.
Em relação a linguagem C, o C# tem foco na compilação de soluções de alto nível, já a linguagem C é voltada para o desenvolvimento de baixo nível. Outras comparações, de acordo com MSDN (2012), o C#, simplifica de modo significativo a complexidade do C++ e introduz novos elementos não disponíveis no Java, tais como: tipos primitivos com valores nulos, delegações, expressões lambda e acesso direto à memória.
MSDN (2012) ressalta que, o processo de compilação do C# é mais simples e mais flexível comparado ao C++ ou Java, pois elimina-se a necessidade de arquivos de cabeçalhos separados e não há a necessidade da declaração de métodos e tipos em uma ordem específica. Um arquivo contendo códigos de programação podem ser definidos quaisquer números de classes, estruturas, interfaces e eventos que forem necessários.
De acordo com OFICINA DA NET (2007), comparada ao C e C++, a linguagem C# é restrita e melhorada em vários aspectos, tais como:
Unsafe mode: ponteiros e fórmulas aritméticas utilizados sem verificação de integridade só podem serem utilizados na modalidade de modo inseguro;
Overflow: acessos a objetos são realizados através de referências seguras, dessa forma não podem serem invalidadas e normalmente as operações aritméticas são checadas contra sobrecarga;
Garbage collector: os objetos não são liberados da memória explicitamente, e sim através de um processo que elimina objetos quando não há referências;
Disposable: Destrutores não existem, mas utilizada junto com a construção using block, torna possível que recursos alocados por um objeto sejam liberados;
C# é mais seguro com tipos: as conversões implícitas por default são conversões seguras, tais como ampliação de inteiros e conversões de um tipo derivado para um tipo base; não existem conversões implícitas entre inteiros e variáveis lógicas ou enumerações; não existem ponteiros nulos; todas as conversões implícitas definida pelo usuário deve ser marcada explicitamente;
Namespace: membros de enumeração são colocados em seu próprio espaço de nome;
Reflexão: recursos de reflexão complexos estão disponíveis.
Ainda de acordo com OFICINA DA NET (2007), as diferenças do C# com o Java são: diferentemente de Java, no C# são implementados propriedades e sobrecargas de operadores, implementa modo inseguro que permite a manipulação de ponteiros e aritméticos sem checagem, exceções não são checadas, implementa goto como estrutura de controle, oferece suporte a indexadores e delegates.
MSDN (2012), ressalta algumas características do C#, a citar:
Suporta conceitos típicos de orientação a objetos, como encapsulamento, herança e polimorfismo;
Todas as variáveis, métodos e o ponto de execução de uma aplicação, são encapsuladas em definições de classes;
Uma classe derivada pode herdar apenas uma classe pai, e herdar quantas interfaces forem necessárias;
Os métodos da classe derivada que substituem os métodos virtuais de uma classe pai exigem a utilização da palavra reservada: override para evitar a redefinição acidental de um método;
Uma struct tem a mesma funcionalidade de classe, com a diferença, de ser mais simplificada; implementam interfaces mas não suporta herança;
Suporte à implementação de métodos e tipos genéricos para garantir maior segurança de tipo e de desempenho à aplicação;
Os iteradores permitem a implementação de coleções de classes para definir comportamentos de iteração personalizados;
As expressões LINQ (Consultas Integradas à Linguagem) são responsáveis em realizar consultas com base na integração dos recursos de consultas da própria linguagem.
Segundo LIMA (2002), as características essenciais do C# são:
Simplicidade: os projetistas de C# costumam dizer que essa linguagem é tão poderosa quanto o C++ e tão simples quanto o Visual Basic;
Completamente orientada a objetos: em C#, qualquer variável tem de fazer parte de uma classe;
Fortemente tipada: isso ajudará a evitar erros por manipulação imprópria de tipos, atribuições incorretas etc;
Gera código gerenciado: assim como o ambiente .NET é gerenciado, assim também é o C#;
Tudo é um objeto: System.Object é a classe base de todo o sistema de tipos de C#;
Controle de versões: cada assembly gerado, seja como EXE ou DLL, tem informação sobre a versão do código, permitindo a coexistência de dois assemblies homônimos, mas de versões diferentes no mesmo ambiente;
Suporte a código legado: o C# pode interagir com código legado de objetos COM e DLL’s escritas em uma linguagem não-gerenciada;
Flexibilidade: se o desenvolvedor precisar usar ponteiros, o C# permite, mas ao custo de desenvolver código não-gerenciado, chamado “unsafe”.
Linguagem gerenciada: os programas desenvolvidos em C# executam num ambiente gerenciado, o que significa que todo o gerenciamento de memória é feito pelo runtime via o GC (Garbage Collector), e não diretamente pelo programador, reduzindo as chances de cometer erros comuns a linguagens de programação onde o gerenciamento da memória é feito diretamente pelo programador.
Evolução da linguagem
A primeira versão do C# começou a ser usado a partir do Visual Studio 2002. De acordo com o Website kunal-chowdhury (2012), sua principal característica era a capacidade de escrever códigos gerenciáveis. Outras características da primeira versão do C# são: conceitos de Orientação a Objetos, suporte nativo a propriedades e eventos, documentação XML, exceções, segurança de tipos, sobrecarga de operadores e gerenciamento automático de memória.
Desde a primeira versão, o C# suporta dois tipos de dados. Tipos de valor: incluem variáveis simples, como char, int e float, tipos de enumeração e de estrutura. O segundo grupo englobam, tipos de dados por referência, como: classes, interface, delegates e array.
A segunda versão da linguagem (2.0) foi introduzida com o Visual Studio 2005 e Visual Studio 2005 Express. De acordo com MSDN (2005) as novidades são: tipos genéricos, iteradores, classe parcial, tipos anuláveis, métodos anônimos, qualificador de alias de namespace, classes estáticas, modificadores externos para declarar métodos declarados externamente, possibilidade de definir diferentes níveis de acessibilidades ao métodos gets e sets, maior flexibilidade no tipo de retorno e parâmetros ao passar para um delegate, buffer de tamanha fixo.
Com o Visual Studio 2008 e Visual Studio 2008 Express, o C# 3.0 (“C# Orcas”), de acordo com MSDN (2007) introduziu várias extensões de linguagem que se baseiam no C# 2.0. A versão 3.0 conta ainda com métodos de extensão, expressões lambda, tipos anônimos, tipos implícitos de arrays, expressões de consulta e árvores de expressões.
Na sua versão 4.0, contando com o Visual Studio 2010 e Visual Studio 2010 Express, os novos recursos agregados, de acordo com BURROWS (2010), compreendem: DLR, parâmetros opcionais e de argumentos nomeados, propriedades indexadas, suporte COM.
Atualmente, o C# está na versão 5.0 acompanhada com o Visual Studio 2012 e Visual Studio 2012 Express. O Website kunal-chowdhury (2012) diz que são duas as novas funcionalidades apresentadas na quinta versão da linguagem: Async e Caller Information. Async é utilizada para indicar se o método, expressão lambda, ou método anônimo são assíncronos. Caller Information para obter informações sobre a chamada a um método, obter o caminho e número de linhas do código-fonte e o nome do membro que o chamou. Caller Information é utilizado para a detecção, depuração e criação de ferramentas de diagnósticos.
Considerações Finais
A criação do C# foi baseada em C, C++ e Java. Dessa maneira, o desenvolvedor possui um apoio referencial no aprendizado da linguagem, não precisando estudar novos conceitos e paradigmas de programação opostos. Desde o seu lançamento, o C# permite o desenvolvimento de aplicações executadas exclusivamente sobre a plataforma .NET Framework.
Dentre algumas das características essenciais do C#, em ordem cronológica de versão, destacam-se : (1.0) totalmente orientada a objetos, gerenciamento automático de memória; (2.0) tipos genéricos, métodos anônimos, classes estáticas; (3.0) tipos anônimos, expressões de consulta e árvore de expressões; (4.0) propriedades indexadas, suporte COM e DLR; (5.0) Async e Caller Information.
A linguagem C# veio acompanhada de uma IDE comercial de desenvolvimento: Visual Studio. A partir de 2005, contou ainda com uma IDE gratuita, denominada Visual Studio Express. Em ordem cronológica, o Visual Studio conta com as seguintes versões: 2002, 2005, 2008, 2010 e 2012.
A utilização do Visual Studio como plataforma de desenvolvimento e o C# garantem algumas vantagens nas construções de aplicativos, tais como: programação orientada a objetos, uso de eventos nos controles, validação de dados e tratamento de erros.

Coffee Break Para Relaxar




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Hora boa para fazer um Coffee Break para analisarmos e pensar em novas ideias para os nossos clientes
Boa semana a todos😊😊







segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Escola de Inglês STC - Portifólio

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Criação da Logo Marca, Cartaz, Panfleto e Cartão de Visita, Escola de Inglês STC.  
Data: 29/01/2018






domingo, 19 de agosto de 2018

Ator Lindovaldo Pedro - Portifólio

Prestador de Serviços TI Service Solution: Criação da sua logo marca e Fanpage no Facebook
Data: 09/05/2017 
Visite a fanpage do Ator Lindovaldo Pedro
https://www.facebook.com/atorlindovaldopedro/








Empresa AEX Logística Expressa - Portifólio

Criação, Arte dos Certificados da Empresa AEX Logística Expressa , Prestador de Serviços TI Service Solution Data: 25/06/2018



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Micro empreendedor ComputerCase78! - Portifólio

Prestador de Serviços TI Service Solution: Criação dos Banners Para - ComputerCase78!, Modelos Desenvolvido. Data: 20/02/2017





O que é HTML5?

Você sabe o que é HTML5?
Você depende dele, mas não o vê a olho nu. O código HTML está presente nas páginas da web há mais de dez anos e tem uma larga aceitação dos usuários por todo o mundo. Com certeza, qualquer pessoa que tem uma ligação um pouco mais estreita com computadores e internet já ouviu falar em HyperText Markup Language (Linguagem de marcação de hipertexto), ou seja, o HTML. A principal característica desse tipo de programação são as “tags” – as marcações para inserção de algum tipo de objeto ou característica de um objeto através de comandos em inglês e números.
As linhas a seguir exemplificam, de maneira quase grosseira, o que seria o código HTML de uma simples página da web sem quaisquer recursos avançados:
Descubra o que é o HTML 5!
Sabendo disso, podemos partir para a nova versão dessa linguagem de marcação de hipertextos. Já na sua quinta forma, o código HTML agora pode ser aproveitado para novas funções que podem beneficiar os desenvolvedores e os internautas. Isso acontece graças ao desenvolvimento quase paralelo da linguagem HTML e o XML. De maneira geral, o código XML é uma linguagem de marcação, assim como a outra já citada, que tem como objetivo principal criar documentos com dados hierarquicamente organizados.
É mais prático do que você imagina!
Com essa aproximação das linguagens, muita coisa pode mudar dentro de pouco tempo. Ao que tudo indica, a tão sonhada Web Semântica de Tim Berners-Lee está no caminho de acontecer e o HTML 5 pode ajudar bastante a chegar lá. Como pode observar, o sistema de divisão de marcações é todo feito por tags. Nessa nova linguagem, algumas dessas “etiquetas de marcação” mais objetivas. De modo geral, com essas e as outras novidades, será muito mais fácil navegar pela Internet!
O HTML 5 veio para tornar mais rápida a navegação em sites!
Tags Canvas
Fazer pequenas edições e criar imagens a partir de JavaScript ficou muito mais simples!
Especializadas em renderizar imagens em bitmap, as tags canvas serão específicas para a edição breve de imagens através de APIs ou JavaScript. Esse tipo de edição acontece pura e exclusivamente de maneira muito similar a outros geradores de imagem em duas dimensões (2D). Além disso, as Canvas Tags são compatíveis com as folhas CSS.
Tags de vídeoIncorporar vídeos ao seu site ou blog não depende mais de códigos extensos!
Incluir vídeos em HTML como conhecemos hoje, utilizando códigos para o “embed”, ou seja, incorporar vídeos à página será muito mais simples. O HTML 5 possui tags específicas para a inserção de vídeos no corpo da página. Basta inserir a tag de vídeo assim como se faz com aquela destinada às imagens.
Assim, será necessário indicar uma “src”, ou seja, “source” (fonte) que nada mais é do que a origem do vídeo. A inserção de imagens em HTML funciona com a seguinte linha:
Esta linha de comando vai inserir imagens na sua página
Para os vídeos a situação será muito semelhante ao que é feitos hoje com as imagens. Assim como a edição rápida de atributos tais como “height” (altura) e “width” (largura) também poderão ser feita diretamente no código e totalmente personalizados pelo desenvolvedor da página ou do usuário que desejar criar algo completamente novo e aprender novas técnicas.
Geolocalização
APIs ajudarão a localizá-lo onde quer que você esteja!Saber onde você está não é uma informação importante só para os seus pais, namorados ou namoradas. O HTML 5 também possui maneiras de descobrir a sua localização e informá-la aos sites e serviços que você acessa. Os APIs serão o ponto forte para determinar a localização de um usuário.
Por isso, este recurso de geolocalização permite o que se chama de “geottaging”. Através disso, pode-se fornecer ao usuário conteúdos específicos para o local em que ele está. É muito útil para aplicativos de smartphones, uma vez que este recurso envia e recebe informações a respeito de onde o indivíduo está.
Acesse aplicações mesmo que elas estejam offline!
Caching de aplicações
Agora, com o HTML 5 os aplicativos web poderão ser acessados offline via cache. De acordo com a publicação provisória da W3C, o arquivamento desses aplicativos será feito via URL em que cada uma delas possui uma categoria diferente. As entradas mestre são aqueles documentos que foram adicionados ao cache por um contexto de navegação indicado por um atributo de manifesto. Já o manifesto é a fonte da URL indicada na Entrada mestre do HTML. Esses arquivamentos ainda podem ser agrupados ou não.
Base de dados
Armazenar dados do seu site fica mais simples!
Apesar de não ser um recurso muito utilizado por usuários não desenvolvedores, os bancos de dados são importantes para os sites. No HTML 5, algumas vantagens serão implementadas como a possibilidade de entradas de valores ou palavras chave, além do banco de dados SQL.
Você depende dele, mas não o vê a olho nu. O código HTML está presente nas páginas da web há mais de dez anos e tem uma larga aceitação dos usuários por todo o mundo. Com certeza, qualquer pessoa que tem uma ligação um pouco mais estreita com computadores e internet já ouviu falar em HyperText Markup Language (Linguagem de marcação de hipertexto), ou seja, o HTML. A principal característica desse tipo de programação são as “tags” – as marcações para inserção de algum tipo de objeto ou característica de um objeto através de comandos em inglês e números.As linhas a seguir exemplificam, de maneira quase grosseira, o que seria o código HTML de uma simples página da web sem quaisquer recursos avançados:Descubra o que é o HTML 5!Sabendo disso, podemos partir para a nova versão dessa linguagem de marcação de hipertextos. Já na sua quinta forma, o código HTML agora pode ser aproveitado para novas funções que podem beneficiar os desenvolvedores e os internautas. Isso acontece graças ao desenvolvimento quase paralelo da linguagem HTML e o XML. De maneira geral, o código XML é uma linguagem de marcação, assim como a outra já citada, que tem como objetivo principal criar documentos com dados hierarquicamente organizados.É mais prático do que você imagina!Com essa aproximação das linguagens, muita coisa pode mudar dentro de pouco tempo. Ao que tudo indica, a tão sonhada Web Semântica de Tim Berners-Lee está no caminho de acontecer e o HTML 5 pode ajudar bastante a chegar lá. Como pode observar, o sistema de divisão de marcações é todo feito por tags. Nessa nova linguagem, algumas dessas “etiquetas de marcação” mais objetivas. De modo geral, com essas e as outras novidades, será muito mais fácil navegar pela Internet!O HTML 5 veio para tornar mais rápida a navegação em sites!Tags CanvasFazer pequenas edições e criar imagens a partir de JavaScript ficou muito mais simples!Especializadas em renderizar imagens em bitmap, as tags canvas serão específicas para a edição breve de imagens através de APIs ou JavaScript. Esse tipo de edição acontece pura e exclusivamente de maneira muito similar a outros geradores de imagem em duas dimensões (2D). Além disso, as Canvas Tags são compatíveis com as folhas CSS.Tags de vídeoIncorporar vídeos ao seu site ou blog não depende mais de códigos extensos!Incluir vídeos em HTML como conhecemos hoje, utilizando códigos para o “embed”, ou seja, incorporar vídeos à página será muito mais simples. O HTML 5 possui tags específicas para a inserção de vídeos no corpo da página. Basta inserir a tag de vídeo assim como se faz com aquela destinada às imagens.Assim, será necessário indicar uma “src”, ou seja, “source” (fonte) que nada mais é do que a origem do vídeo. A inserção de imagens em HTML funciona com a seguinte linha:Esta linha de comando vai inserir imagens na sua páginaPara os vídeos a situação será muito semelhante ao que é feitos hoje com as imagens. Assim como a edição rápida de atributos tais como “height” (altura) e “width” (largura) também poderão ser feita diretamente no código e totalmente personalizados pelo desenvolvedor da página ou do usuário que desejar criar algo completamente novo e aprender novas técnicas.GeolocalizaçãoAPIs ajudarão a localizá-lo onde quer que você esteja!Saber onde você está não é uma informação importante só para os seus pais, namorados ou namoradas. O HTML 5 também possui maneiras de descobrir a sua localização e informá-la aos sites e serviços que você acessa. Os APIs serão o ponto forte para determinar a localização de um usuário.Por isso, este recurso de geolocalização permite o que se chama de “geottaging”. Através disso, pode-se fornecer ao usuário conteúdos específicos para o local em que ele está. É muito útil para aplicativos de smartphones, uma vez que este recurso envia e recebe informações a respeito de onde o indivíduo está.Acesse aplicações mesmo que elas estejam offline!Caching de aplicaçõesAgora, com o HTML 5 os aplicativos web poderão ser acessados offline via cache. De acordo com a publicação provisória da W3C, o arquivamento desses aplicativos será feito via URL em que cada uma delas possui uma categoria diferente. As entradas mestre são aqueles documentos que foram adicionados ao cache por um contexto de navegação indicado por um atributo de manifesto. Já o manifesto é a fonte da URL indicada na Entrada mestre do HTML. Esses arquivamentos ainda podem ser agrupados ou não.Base de dadosArmazenar dados do seu site fica mais simples!Apesar de não ser um recurso muito utilizado por usuários não desenvolvedores, os bancos de dados são importantes para os sites. No HTML 5, algumas vantagens serão implementadas como a possibilidade de entradas de valores ou palavras chave, além do banco de dados SQL.E o que muda para o usuário?Se você possui um perfil um pouco mais ligado às novidades tecnológicas, sentirá boas diferenças ao navegar pela Internet. Isso porque o HTML 5 irá facilitar muito a vida de todos nós – quer sejamos desenvolvedores ou apenas usuários. Para os desenvolvedores, fica mais rápido produzir sites cada vez mais fáceis e limpos para que os usuários possam aproveitar ao máximo cada uma dessas melhorias.Muita coisa que vai mudar pode facilitar sua vida!Você irá notar que colocar vídeos do YouTube no seu site ou blog ficará cada vez mais simples, assim como os conteúdos específicos direcionados para você que está procurando por uma padaria ou locadora de filmes pelo navegador do seu smartphone. Os conteúdos possuem a tendência de serem convergentes, assim como a linguagem de programação. O HTML 5 vem exatamente para facilitar esse processo!
E o que muda para o usuário?
Se você possui um perfil um pouco mais ligado às novidades tecnológicas, sentirá boas diferenças ao navegar pela Internet. Isso porque o HTML 5 irá facilitar muito a vida de todos nós – quer sejamos desenvolvedores ou apenas usuários. Para os desenvolvedores, fica mais rápido produzir sites cada vez mais fáceis e limpos para que os usuários possam aproveitar ao máximo cada uma dessas melhorias.
Muita coisa que vai mudar pode facilitar sua vida!
Você irá notar que colocar vídeos do YouTube no seu site ou blog ficará cada vez mais simples, assim como os conteúdos específicos direcionados para você que está procurando por uma padaria ou locadora de filmes pelo navegador do seu smartphone. Os conteúdos possuem a tendência de serem convergentes, assim como a linguagem de programação. O HTML 5 vem exatamente para facilitar esse processo!

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